sábado, 29 de janeiro de 2011

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Sweet 60's (2)


Jonathan King - Everyone's Gone to the Moon

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Rápidas

Eleições, 3 notas:

- O discurso de Cavaco coincidiu perfeitamente com a imagem (muito má) que tenho dele. Como é que agora pode proclamar que será o “presidente de todos os portugueses” depois daquele chorrilho de ataques a roçar a mesquinhez que desferiu contra os seus adversários, e consequentemente todos os seus (deles) apoiantes?
- Sócrates deve ter respirado de alívio: a não haver nenhum acontecimento muito extraordinário, desta é que se viu livre da pedra no sapato que constituía Manuel Alegre.
- O mesmo não poderá dizer A. J. Jardim: depois do enfarte, a dor de cabeça chamada José Manuel Coelho, que, ao que me parece, poder-se-á erguer como alternativa válida em próximas eleições regionais
Futebol: 2 notas:
O meu clube permanece igual a si próprio, pelo menos desde que esta linhagem tomou conta das rédeas do poder, isto é, um clube cada vez mais afastado dos sócios, mais elitista e dirigido com evidente incompetência. O meu pai, de quem herdei o sportinguismo, dizia que era do Sporting, porque este era um clube de elite. Mas para ele, isto queria dizer que o Sporting era “um clube diferente”, não que fosse um daqueles clubes ingleses, género “clube do Bolinha”.
Veremos o que nos trazem as próximas eleições. Oxalá não nos apareça outro presidente que desvalorize - ou deixe desvalorizar – jogadores, que compre jogadores por catálogo ou a caminho da reforma, nem contrate treinadores de 3ª categoria.
- Os acontecimentos após o jogo de ontem do SLB não me chocaram. Mas sempre estou para ver o que dizem agora os que crucificaram Scolari quando foi protagonista de um episódio em tudo idêntico. Ah! E já agora, tambem fico à espera de ver se a pena terá algo a ver com o que se “exigiu” para o treinador brasileiro (cheguei a ler que a FPF tinha todo o direito, quiçá a obrigação, de rescindir contrato unilateralmente).
A televisão que temos:

- Desde logo, uma declaração de interesses: das televisões generalistas nacionais, sempre preferi a RTP. Mesmo com os seus muitos defeitos, e apesar das manipulações de que se diz ser vítima, continua a sua informação a ser a que vejo com mais regularidade pela certeza na verdade e isenção patente no que me é dado a conhecer.
Mas do que queria falar é do aproveitamento que é feito em certos meios televisivos, de assuntos que apelam mais ao nosso lado, digamos, voyeurista, como o caso Casa Pia, Face Oculta, Apito Dourado ou outros do mesmo género, e de que é exemplo actual o assassinato de um conhecido “jornalista” social.
Por razões pessoais, tenho passado as manhãs das últimas semanas em casa, e, ao mesmo tempo que faço outras coisas, “ouço” o que se diz no canal em que calha estar sintonizada a TV. Ora um ou dois dias depois do triste acontecimento, o aparelho estava na SIC, e ouvi um painel de comentadores a tecerem considerações sobre o caso. No dia seguinte, e à mesma hora, exactamente o mesmo, e no a seguir o mesmo, e assim sucessivamente. Isto é, a SIC, no seu programa da manhã, tem actualmente uma espécie de “coluna” liderada sempre pelo mesmo “jornalista”, com opinação exclusiva sobre o caso, parece, mais escaldante da nossa actualidade.
Pessoalmente e sobre o caso, vejo capas de revista cor-de-rosa no escaparate do jornaleiro com as fotos dos 2 protagonistas em todas elas, soube do insólito apelo ao cordão humano e vigília a favor do presumível autor do crime, mas evitei ler o que quer que fosse em blogues, uma vez que já sei no que normalmente estas coisas dão: divide-se a malta a meio discute-se a coisa como é nosso costume discutir o futebolês. Pior ainda, o caso vertente é susceptível de desencandear ondas de homofobia ou de condenação antecipada. Que é o que se tem passado na Sic. Como já disse, sob a batuta do douto “jornalista”, e com base nas mais variadas e delirantes especulações, tem-se erguido um libelo acusatório contra o arguido. Não sei se o que move o senhor é um corporativismo exacerbado, uma fobia de “apresentar serviço” ou outra qualquer intenção.
O que sei é que um canal de televisão respeitável, não deveria permitir que num seu programa se desse forma a um tribunal sumário.
- A produção nacional para televisão é parca em qualidade, e resume-se quase só à produção de telenovelas. Que detesto.
Fiquei, portanto, muito impressionado com a qualidade de quatro miniséries exibidas pela RTP1 na altura das comemorações do centenário da República.
Ah! e já agora, tiro o chapéu ao início da 4ª série do "5 para a Meia Noite", o único programa de televisão de que não falho uma emissão.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Coisas de homem (ou de gajo)...- I

De há muito que ouço dizer que, segundo os mais reputados psicanalistas – que conseguem explicação para tudo, coisa que sinceramente admiro – todo o homem tem o seu lado feminino.
Pela minha parte, e depois de uma intensa introspecção, descobri que esse pedaço menos evidente de mim, talvez tivesse que ver com o meu fraco por sapatos, fraqueza que partilho, sei-o bem, com a maioria das mulheres que conheço, pessoal ou virtualmente (neste caso, a constatação vem do muito que tenho lido aí pelos blogs).
Contudo, divergimos, eu e a maioria das mulheres, no que tem que ver com a questão do “estar na moda”. Na verdade, enquanto a maior parte das mulheres aspiram pelo último modelo do Manolo Blahnik ou de Christian Louboutin, eu mantenho os meus gostos muito clássicos, e quem me tira uns “brogues” ou uns “loafers” clássicos, tira-me tudo. É evidente que me não são indiferentes as marcas, até porque as minhas preferidas são uma garantia de qualidade. Mas, como refiro, não procuro o último grito da moda, e sim a “good old english leather”.
Voltando aos fins dos anos 60, altura em que comecei a comprar os meus próprios sapatos, recordo que comprava bons sapatos nacionais na Presidente ou na Luís XV, embora já os olhos me fugissem para os Church, só que a diferença de preço era realmente abissal, e a diferença de qualidade não me parecia compensar. Com o andar dos tempos, a chegada das peles sintéticas e umas criações que se pretendiam avant-garde mas não passavam de patetas, cada vez mais me fui afastando do sapato nacional. Na verdade, parece-me que actualmente se fazem melhores sapatos para exportação que para consumo interno, e a Mack James é só um exemplo de marca que, ao que parece, tem modelos bem concebidos e de qualidade, mas que raramente se encontram à venda com facilidade. Geralmente, o sapato português tem um design fraco (na minha óptica, naturalmente), e é pouco durável.


Resultado, hoje as minhas preferências vão definitivamente para os produtos das fábricas de Northamptom, especialmente os Crockett & Jones, Edward Green ou Church. Claro que há melhor, e se forem daqueles feitos por medida pelo John Lobb, Foster ou mesmo pelos italianos da Bontoni, então nem se fala. Mas aí já entramos em preços quase proibitivos, e nem me parece que a exclusividade compense despender tais verbas. Afinal, tenho uns modestos “brogues” da Church que já vão no seu 12º aniversário, e continuam ali para as curvas. Ora o que verdadeiramente procuro num par de sapatos é que a relação qualidade/preço seja óptima, e a qualidade não se resume ao conforto que o sapato nos fornece, mas também à sua longevidade, que dá sempre uma patine muito especial aos sapatos, sejam eles bem cuidados.
Os da imagem, encomendei-os há uns meses atrás numa loja de Lisboa. São uns “chestnut single monk”, calçam que é uma maravilha e a cada vez que são engraxados, me parecem ficar mais bonitos.

Sweet 60's


Good Lovin' - Young Rascals (1966)

sábado, 15 de janeiro de 2011

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Reviver...

Poderá parecer a alguns estranha, esta reactivação do blog, inerte há cerca de 4 meses. Tem uma razão de ser, e um dia destes poderá acontecer eu vir a explicitá-la. Mas por ora, ficará mesmo só por aqui: entra novamente em laboração, mas sem mais explicações.
Um dia destes calhou dar uma saltada ao Jardim das Amoreiras, local onde passava boa parte dos meus dias, de garoto e depois, de adolescente.
Encostado á parede de um dos belos arcos do aqueduto, dei comigo a pensar que aquele já não era o “meu” Jardim das Amoreiras. Sei que pode parecer saudosista, mas não é disso que se trata. É verdade que o Jardim agora até está bonito: arranjado (embora não aprecie aquela mistura térrea que puseram nos caminhos), com um agradável quiosque e bem frequentado, mas…falta-lhe a “alma” que dantes tinha. A alma que lhe era dada pela quantidade de rapazes da minha idade que pelos idos 60 o frequentavam e eram muitos.
Sei que a época é outra, mas não deixa de ser triste recordar que quando eu tinha 10 anos, a minha mãe, com todo o à vontade, me deixava sair de casa sózinho para ir até lá encontrar-me com os meus amigos, havendo mesmo alturas em que, pasme-se, me deixava levar o meu irmão, então com 2 anos, sendo que hoje, nenhuma mãe se atreve a deixar sair de casa sózinho, o seu rebento pré-adolescente.
Que pena que neste aspecto da nossa vida se assista a uma desgraçada involução.

sábado, 4 de setembro de 2010

Guilty Pleasures (2)



The Turtles - Happy Together

domingo, 15 de agosto de 2010

As Capas de Álbum do Meu Contentamento (1) - Moby Grape/1968

Saídos do grande movimento que teve o seu epicentro em San Francisco em meados dos anos 60, os Moby Grape viram os oráculos de então apresentarem-nos como a “next big thing” do panorama musical americano, ainda na ressaca da British Invasion.
Era um grupo bastante versátil, mas poder-se-á dizer que o seu estilo cabia bem dentro do chamado country-rock, alinhando ao lado de grupos como os Quicksilver Messenger Service, ou os Lovin’ Spoonful, embora sejam inegáveis algumas influências psicadélicas, o que não será de estranhar se tivermos em atenção que a banda foi formada à volta de Skip Spence, o 1º baterista dos Jefferson Airplane, uma das primeiras e mais importantes referências desse movimento.
Contudo, e voltando à questão da "next big thing", a verdade é que a realidade anda muitas vezes longe das previsões dos “entendidos”, e a vida dos Moby foi relativamente curta - 3/4 anos - e de êxito muito relativo, culpa, diz-se, de muitas más decisões conjuntas e de algumas atitudes pessoais reprováveis.
Intocável é porém, o manifesto cuidado e bom gosto, postos pelos responsáveis, na produção gráfica dos vários LP’s que o grupo lançou enquanto durou.
A capa que hoje aqui se apresenta, é a do 3º longa duração do grupo, Wow/Grape Jam (um duplo álbum que curiosamente foi posto à venda ao preço de um LP normal) editado pela Sundazed/Columbia em 1968, e é da autoria de Bob Cato, um reputado designer pertencente aos quadros da Columbia, e que trabalhou com vários nomes notáveis da cena musical norte-americana, como Bob Dylan, Barbara Streisand, Miles Davis ou Janis Joplin.

sábado, 14 de agosto de 2010

Filmes (1) - Os Óscares que aí vêm

Tenho para mim que quem se interessa por cinema, e à medida que vai vendo as novidades cinematográficas, manterá todos os anos alguma expectativa em relação aos filmes que, no ano seguinte, serão nomeados para o Óscar. Por mim, penso que por estes tempos, será uma espécie de prazer mórbido, aquele que nos move.
A verdade é que, principalmente nos últimos anos, têm sido tão erráticas as opções da Academia, que há sempre aquela perguntinha que nos assalta: “Será que é desta que acertam?”. Também é verdade que o facto de não concordarmos com o filme escolhido, não faz com que aquele que vence seja pior. Admito perfeitamente a diferença de opinião quando se avaliam duas coisas de potencial semelhante. O que já não me parece muito lógico é sequer nomearem-se filmes sem qualquer interesse para um cinéfilo - como aconteceu quando nomearam Avatar como candidato ao Óscar para o melhor filme - sendo que pior é quando ganham, como foi o caso de Slumdog Millionaire, em 2008.
A nomeação já me pareceu disparatada. O facto de vencer, quando estavam também nomeados filmes com a importância de “O Curioso Caso de Benjamin Button”, “Frost/Nixon” ou mesmo “Milk” (que não apreciei pessoalmente, mas que concedo ser um bom filme), é, na minha opinião, não só uma decisão absurda, como me parece conter em si mesma uma atitude paternalista um bocado imbecil.
Por cá, quando se chega á altura da cerimónia, é curioso verificarmos que alguns dos filmes nomeados ainda não passaram - alguns, em anos anteriores, creio mesmo só terem vindo posteriormente directos para os clubes de vídeo, o que com o desaparecimento recente do Blockbuster, vem pôr outro problema a quem se interessa por cinema, que é o de a partir de agora, ter que abrir os cordões à bolsa e comprar os filmes, se os quiser ver - e o que até agora apareceu, não é muito auspicioso. Dois ou três filmes interessantes, e pouco mais. Mas como ainda falta a época alta, a começar em Outubro…
De qualquer forma, suspeito que, se no ano passado foi nomeado Up, o mais certo é este ano não falhar a nomeação de Shreck IV. O que me parece muito mais saudável, do que um daqueles enjoativos filmes de vampiros, ou qualquer coisa toxicamente tecnológico e cheio de efeitos especiais, como o Avatar.
Uma aposta minha vai para o recente “The Expendables”. Afinal, é produzido pelo grande Sylvester Stallone (sim, grande. Que ainda não me esqueci que o homem já ganhou um Óscar!), e reúne a nata dos “heróis” de Hollywood e não só.
Cheira-me a que é muito mau, mas pelo menos, temos acção garantida.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

domingo, 8 de agosto de 2010

A Roda do Tempo (1) - As Velhas Tabernas

A leitura da Time-Out desta semana levou-me de volta ao Sudoeste donde cheguei há uns dias. Mas fui ao engano. Falavam eles de 10 razões para ir ao Sudoeste, e pensei logo que uma delas, seria o arroz de marisco - ou mesmo só o marisco, fresquíssimo, desde o inacreditavelmente barato percebes, á incomparável amêijoa - do Azenha do Mar, da D. Alzira, mesmo chegado ao Brejão e à praia do Carvalhal. Mas…desilusão. O 1º “prato” que me serviam era o intragável Mika mais a sua voz pimba, que mais pimba não há.
Mas recompus-me e logo a seguir fiz as pazes com a publicaçãozinha quando ela me forneceu alibi para um dos meus “pecados”, que é não ter conseguido até hoje, ler o “Ulisses”. Pois é, parece que não sou só eu. Partilho a fraqueza com, pelo menos, José Luís Peixoto, Miguel Sousa Tavares, José Mário Silva ou Inês Pedrosa, tudo nomes ilustres das nossas letras, o que, para mim, significa simplesmente que afinal só lêem o Ulisses pessoas desprovidas de sistema lógico de raciocínio, ou seja, perfeitos idiotas se dão ao trabalho de ler a obtusa obra de James Joyce.
Como se sabe, a Time-Out é já uma referência pelas indicações preciosas que dá, e, curiosamente, neste número fala de uma das casas de comes mais faladas da zona onde moro, o Chá da Lapa, talvez só superado em fama pelos pastéis de nata da Cristal ou pelo Chef, da Borges Carneiro, onde se comem as melhores empadas de galinha de Lisboa, ao mesmo tempo que se pode tropeçar com algum famoso, ou pretendente a tal, o que não me é muito apelativo, eu que sou um orgulhoso anónimo e sem pretensões a alpinista social. Portanto, passo geralmente ao largo. A não ser quando me apetecem mesmo as tais empadas. Ou uma chamuça.
E geralmente passo ao largo, passeando a minha fiel amiga, ao mesmo tempo que ouço em podcast episódios atrasados do Governo Sombra - aí está mais um elo que me liga ao Time-Out - que não tive oportunidade de ouvir na altura devida, mas que é um daqueles programas de rádio em que o senso de humor dos intervenientes torna os tópicos abordados intemporais. Ah! E os cromos do Markl na Comercial, claro.
Mas voltando ao Chá da Lapa, que fica a meio caminho de um dos percursos preferidos da minha pequena amiga de quatro patas, tenho que confessar a minha nostalgia quando assisto ao progressivo desaparecimento de alguns locais bem mais típicos que os actuais, e que fizeram parte da minha vida durante tanto tempo, que em alguma altura pensei que só desapareceriam quando a cidade desaparecesse ela própria. Ultimamente, por exemplo, morreu com 96 anos, o proprietário de uma das mais antigas e belas drogarias de Lisboa, e ela não lhe sobreviverá.
Mais longe ainda, e já quase completamente extintas, as velhas tabernas - havia uma espectacular, na Calçada do Castelo Picão, onde assisti a algumas das cenas mais hilariantes da minha vida, dignas de um filme da época do neo-realismo italiano - em que uma das partes era carvoaria e onde se empilhavam os barris, a outra, a taberna propriamente dita, serradura espalhada no chão, balcão - de madeira ou mármore grosseiro - largo e gasto pelos milhares de cotovelos e copos de 3 que por ele tinham passado. Numa das pontas, geralmente, uma “coluna” de petróleo, de onde o dono o “sacava” como se fosse uma “imperial”. Afinal, não havia casa na Madragoa que não tivesse o seu candeeiro a petróleo, para o caso de faltar a electricidade. Outra das inevitabilidades de uma taberna que se prezasse, era o prato dos ovos cozidos. E em casos de maior esmero do tasqueiro, um de carapaus de escabeche, que ele servia com as mesmas mãos com que aviava o petróleo ou enchia os sacos com 5 quilos de carvão. Graças, que na altura não havia ASAE.
Mas a maior peculiaridade desses locais, era o corvo á porta. Sujeito por uma das patas, o animal era o símbolo vivo das tabernas/carvoarias de Lisboa e era estimado e respeitado por toda a gente. Lembro-me que um dia, uma das minhas vizinhas, a D. Guilhermina, que tinha uma pedra de peixe no Mercado da Ribeira, levou a sobrinha que morava nas “avenidas novas” para ver o animalzinho. E não se esqueceu de lhe levar um mimo, uma lasquinha de carne de cavalo. Só que enquanto estendia o petisco ao corvo, virou, risonha, a cara para a sobrinha, como quem diz “disto não tens lá pelas tuas avenidas finas”, e na distracção, o Vicente (os corvos de Lisboa chamavam-se sempre Vicente), juntamente com o “bitoque” de cavalo, quase lhe decepava um dedo. Foi então que a D. Guilhermina deu uns gritos, ao mesmo tempo que desfiava o esmerado vernáculo herdado da sua juventude em Ìlhavo.
Espectáculo inesquecível e que decerto o Chá da Lapa nunca me proporcionaria.

sábado, 31 de julho de 2010

Fim de férias...

O regresso de férias não trouxe consigo grandes arrojos em relação a novos projectos.
Mas cada vez mais a foto grafia me tenta, embora não tenha a veleidade de alguma vez me tornar um fotógrafo à séria. Contudo, sei que a natureza e o génio do homem me vão ajudando a obter alguns resultados curiosos.
Os seguintes, são alguns momentos roubados ao mar e à planície alentejana, mesmo ao lado.