Não gosto daqueles blogs em que só se lê poesia depressiva, prosa depressiva e só se ouve música depressiva.
Eu gosto do Stuart Staples, mas tudo tem os seus limites e ouço-o de vez em quando. Que diabo, se o ouvisse um dia inteiro seguido, acho que à noite cortava os pulsos.
Não acredito num estado de felicidade competa. Creio que cada um de nós tem os seus momentos felizes, mas a vida não é um mar de rosas, e desculpem lá o lugar comum.
Mas também não me parece que uma pessoa normal (e quero dizer mesmo normal e não normalizada) - a não ser que lhe aconteça uma desgaça enorme e se for esse o caso não vai ter sequer paciência para manter um blog - que por aqui escreva, viva num estado de depressão permanente. Nem consigo entender como se pode viver dessa maneira semanas, meses a fio.
Na minha óptica, este estilo de blog é cultivado, ou por alguém a necessitar de cuidados psicológicos e a querer chamar a si alguma atenção - e creio haver alguns casos desses - ou então trata-se de uma artificialidade, de pessoas que acham, como direi?, muito in manter esse perfil de sofredor, supondo que tal lhe emprestará face a quem as lê, uma aura de intelectual miserabilista.
O que mais me surpreende, é que na maior parte dos casos que se me têm deparado, pelo estilo dos escritos, tratam-se de blogs cujos autores/as pertencem a classes etárias normalmente jovens. Se alguém se sente permanentemente infeliz enquanto jovem, não lhe auguro um futuro muito risonho.
Mas também não me parece que uma pessoa normal (e quero dizer mesmo normal e não normalizada) - a não ser que lhe aconteça uma desgaça enorme e se for esse o caso não vai ter sequer paciência para manter um blog - que por aqui escreva, viva num estado de depressão permanente. Nem consigo entender como se pode viver dessa maneira semanas, meses a fio.
Na minha óptica, este estilo de blog é cultivado, ou por alguém a necessitar de cuidados psicológicos e a querer chamar a si alguma atenção - e creio haver alguns casos desses - ou então trata-se de uma artificialidade, de pessoas que acham, como direi?, muito in manter esse perfil de sofredor, supondo que tal lhe emprestará face a quem as lê, uma aura de intelectual miserabilista.
O que mais me surpreende, é que na maior parte dos casos que se me têm deparado, pelo estilo dos escritos, tratam-se de blogs cujos autores/as pertencem a classes etárias normalmente jovens. Se alguém se sente permanentemente infeliz enquanto jovem, não lhe auguro um futuro muito risonho.
Para mim, blogs das desgraçadinhas/os, nem pó!